UMA HISTÓRIA ETERNIZADA...


"Em 05 de fevereiro de 1905, o grupo formado por Victor Engelhard, Raul Engelhard, Eduardo Cruz José Henrique Danin, Vasco Abreu, Eugênio Soares, Narciso Borges e Jean Marechal fundou o Clube do Remo. Como eram dissidentes do Sport Clube do Pará, uma das melhores equipes de remo do estado, a fundação do Clube do Remo seguiu a tradição da maioria dos grandes clubes do futebol nacional originando-se do remo, o principal esporte praticado no Brasil no início do sec. XIX.

Após três anos de existência, em 14 de fevereiro de 1908, o clube teve sua extinção decretada e, precisaram mais três anos para que o grupo formado por Antonio Silva, Cândido Jucá, Carl Schumann, Elzaman Magalhães, Geraldo Motta, Jayme Lima, Norton Corllet, Oscar Saltão, Otto Bartels e Palmério Pinto decretasse sua reorganização, em 15 de agosto de 1911. Desde então o Clube do Remo consolida sua existência como um dos clubes mais antigos do Brasil.

Uma data importante para o novo clube, 16 de abril de 1905, dia da inauguração da quilha de sua primeira embarcação, uma baleeira. No início do mês de outubro do mesmo ano, o clube inaugurava sua sede localizada na rua Siqueira Mendes às margens da Baía do Guajará. Nesta ocasião também foi inaugurada a primeira embarcação, chamada de Tibiriçá.

Em 1907 o clube já possuía 9 embarcações, entre elas um out-riggers a 4 remos e um out-riggers a 2 remos importados da Alemanha por seus sócios que traziam da Europa o que de mais moderno havia na prática do esporte.

Durante o período de extinção do clube, as embarcações foram guardadas em um galpão de propriedade de Francisco Xavier Pinto e após a reorganização foram transportadas até a antiga sede, onde teve início o planejamento para o primeiro campeonato que viria ser disputado em novembro, e que resultou no primeiro título do Clube na regata paraense.

A conquista mais importante da regata azulina veio no ano de 1934. Com o título do troféu Lauro Sodré, (campeonato paraense), o Clube obteve a posse definitiva do valioso troféu.

O futebol teve seu início em 1913, com a primeira partida e primeira vitória disputada no dia 14 de julho, contra a União Esportiva, o placar terminou 4x1 para os azulinos. Início de um período de glórias e conquistas, mas isso é uma outra história..."






Por que eu sou REMISTA ???


Era na década de 70 e eu Boleiro dos Bons, mas ainda um inocente Guri.

Incentivado pelo meu primo mais velho que era torcedor Daquela Coisa, fomos ao Baenão para ver um jogo do Timeco dele contra o FLUMINENSE/RJ.

Ele não parava de falar em ANTENOR, MOREIRA, LEÔNIDAS, TUÍCA, tentando me convencer a todo custo, a gostar do que eu JAMAIS me simpatizaria. (BbHhÁáááááá)

Estava mais interessado em ver o desempenho do Goleiro FÉLIX e de Jogadores de Naipe como ASSIS, CARLOS ALBERTO, ADÍLSON, DIONÍSIO e LULA.

Bom... o fato é que essa MERDA ( ...rsrsrs... ) terminou em 1 x 1 e voltei pra casa com a sensação de que estava no dever de ver o CAMPEÃO PARAENSE daquele Ano (1973) jogar. Era o CLUBE DO REMO, temido por tudo e por todos, tido e havido como sendo o FILHO DA GLÓRIA E DO TRIUNFO. Em 1974 o REMO já era o BI CAMPEÃO PARAENSE e eu apenas ouvia os jogos no rádio.

Sem que eu ainda tivesse tido a oportunidade de vê-los pessoalmente, ainda assim PRIORIZAVA as Pelejas do LEÃO AZUL através das Perfeitas Narrações do JAIME BASTOS e dos Comentários Sob Medida do Saudoso GRIMUALDO SOARES. Parecia que havia um CARMA ULTRAPROFISSIONAL entre esses dois BALUARTES da RADIODIFUSÃO PARAENSE.

Bons tempos, viu ?!?!?!?

Dei sorte na 1ª vez que vi bem de pertinho o REMO atuando. Quando o TIME entrou em Campo, EMOCIONEI-ME E PERCEBI QUE EU JÁ ERA REMISTA ATÉ MESMO DE VIDAS PASSADAS ( ...rsrsrs...).

Senti que fazia parte daquela FAMÍLIA.

Foi num 04 de Maio de 1974 que testemunhei (REMO -1- x -0- INTERNACIONAL/RS). REMO com DICO, ROSEMIRO, CHINA (OSCAR), QUEIROZ e LÚCIO; RUSSO e NENA; CAÍTO (AMARAL), LUISINHO, ALCINO e RODRIGUES. Treinador: FRANÇOIS THYM. e o INTERNACIONAL/RS com SCHNEIDER, ÉDSON MADUREIRA, FIGUEROA, PONTES e VACARIA; TOVAR e DORINHO (DJAIR); JOÃO RIBEIRO, DANTE (SÉRGIO LIMA), ESCURINHO e LULA. O Gol do REMO foi do Atacante RODRIGUES.

É isso: - Como é bom ser REMISTA e em 1975 fomos TRI CAMPEÕES.

- Depois eu conto mais....











domingo, 28 de fevereiro de 2010

CALENDÁRIO PROMOCIONAL: MARÇO / 2010 {{{{{{{{{{ Que bonito éééééééé... }}}}}}}}}}

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01 - Dia do Turismo Ecológico.
.......Aniversário da Cidade do Rio de Janeiro/RJ.

02 - Dia do Turismo.

03 - Dia do Meteorologista.
.......Dia dos Dirigentes das Sociedades Desportivas, Culturais e Assistenciais.

05 - Dia da Oração.
.......Dia do Filatelista Brasileiro.

07 - Dia do Fuzileiro Naval.

08 - DIA INTERNACIONAL DA MULHER.

09 - Dia da Sociedade de Amigos de Bairro.

10 - Dia do Telefone.
.......Dia do Sogro.

12 - Dia do Bibliotecário.
.......Aniversário da Cidade do Recife/PE.

14 - Dia da Poesia.
.......Dia do Vendedor de Livros.

15 - Dia Internacional do Consumidor.

17 - Dia Internacional da Marinha.
.......Aniversário da Cidade de Aracajú/SE.

18 - Dia da Autonomia do Estado de Tocantins.

19 - Dia do Artesão.
.......Dia do Carpinteiro.
.......Dia de São José.
.......Dia da Escola.

20 - Início do Outono.
.......Dia Nacional do Teatro para a Infância e Juventude.

21 - Dia Internacional da Floresta.
.......Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial.

22 - Dia Internacional da Água.

23 - Dia Internacional da Meteorologia.
.......Aniversário da Cidade de Florianópolis/SC.

24 - Dia Mundial de Combate à Tuberculose.

26 - Dia do Cacau e do Chocolate.
.......Aniversário da Cidade de Porto Alegre/RS.

27 - Dia Internacional do Circo.
.......Dia do Teatro.

28 - Dia do Revisor.
.......Dia do Diagramador.

29 - Aniversário da Cidade de Curitiba/PR.
.......Aniversário da Cidade de Salvador/BA.

31 - Dia da Integração Nacional.
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Segunda armadilha da mente humana: O COITADISMO.

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O coitadismo é a arte de ter compaixão de si mesmo. O coitadismo é o conformismo potencializado, capaz de aprisionar o Eu para que ele não utilize ferramentas para transformar sua história. Vai além do convencimento de que não é capaz, entra na esfera da propaganda do sentimento de incapacidade. O coitadista faz marketing de suas crenças irreais, impotências, limitações. Não tem vergonha de dizer "Sou desafortunado!", "Sou um derrotado!", "Nada que faço dá certo!", "Não tenho solução!", "Ninguém gosta de mim!"

São pessoas com notável potencial, mas que o jogam no lixo. Incorporam o papel dramático e autopunitivo de que estão programados para serem fracassados. Nada é tão violento contra si mesmo.

Nem todo conformista é coitadista, mas todo coitadista é um conformista. Por que o coitadista demonstra seu complexo de inferioridade e suas miserabilidades? Porque usa sutilmente e, às vezes inconscientemente, a sua miséria para que os outros gravitem na sua órbita. Portanto, têm ganhos secundários com sua propaganda.

O conformista está sempre esperando que os outros o encorajem, o animem, o estimulem, com palavras tais como "você é capaz!", "não desista!", "você é inteligente!", "você é querido!" São ricos e não sabem. Dependem das migalhas dos outros para sobreviver, ter atençao, ser valorizado. Não decifra os códigos da sua inteligência. Deixa que os decifrem por ele. Condena-se assim a uma eterna mesmice.

Maria Lúcia tomava doze medicamentos entre tranqüilizantes e antidepressivos quando a atendi pela primeira vez. Estava doente há dez anos. Era depressiva, solitária, negativista, insociável. A cada dez palavras que proferia, nove eram para reclamar da vida. Não saía de casa nos últimos anos. Era professora, mas não exercia a profissão. Considerava-se imprestável para estar à frente de uma classe. Seu marido não ganhava o suficiente para suprir as necessidades da casa. Considerava seu marido um fraco; ele se calava porque dependia do pai dela para completar o orçamento familiar. Eram cúmplices de sua miséria sem terem consciência disso.

O pai ia diariamente cuidar da filha. Ele a elogiava, a levava aos médicos, acariciava, valorizava, aconselhava, mas Maria Lúcia não reagia. Nenhum medicamento fazia efeito. Diariamente dizia que estava passando mal, que sua vida não tinha sentido. Às vezes, tinha crises dramáticas em que batia a cabeça na parede. Seu pai era chamado às pressas para socorrê-la.

No início do tratamento, estimulei-a a sair da platéia, a entrar no palco e dirigir o roteiro da sua vida. Mas ela preferia ser uma atriz figurante. A prática do coitadismo a impedia de decifrar seu potencial intelectual. Tinha medo de ser ela mesma. Se melhorasse, quem dela teria piedade? Como poderia sugar a energia dos seus filhos, marido e, em especial, do seu pai?

Sim, ela estava realmente doente, não estava simulando, mas não sabia que havia aprendido a usar a sua doença para ter ganhos secundários, para ter migalhas de prazer e atenção. Os meses se passaram e pouco a pouco foi lapidando seu Eu para sair da platéia. Resistia em deixar de ser doente, embora conscientemente o quisesse.

Como a vida tem acidentes imprevisíveis, um dia sua mãe morreu. Tempos depois, seu pai arrumou outra esposa e em poucas semanas ela entrou em choque com a madrasta. Foi um caos. O pai se afastou da filha, o dinheiro secou, a superatenção se evaporou. E agora? Tinha de sair do útero da sua casa e se virar no útero social. Foi o que fez. A mulher coitadista decifrou vários códigos da inteligência.

Começou a resgatar seus sonhos e lutar por eles. Começou a enfrentar suas crises e seus sintomas sem apoio de ninguém. Começou a enfrentar seus fantasmas interiores. Para quem não saia da cama, era uma tarefa árdua. Mas pouco a pouco a "imprestável" profissional começou a brilhar como professora. Rompeu as algemas psicossociais que financiavam sua doença e libertou sua inteligência.

Os coitadistas não sabem que a autopiedade é uma masmorra psíquica que asfixia o prazer, amordaça o desenvolvimento das funções mais importantes da inteligência e bloqueia a excelência intelectual e emocional. Quem tem dó de si mesmo constrói seus alicerces psíquicos no vazio.

Há vários níveis de operacionalidade do coitadismo. Os coitadistas clássicos são facilmente notados, nunca mudam, não saem do lugar, são cansativos, repetitivos, pessimistas, propagandistas de sua miserabilidade. Mas há os que são ativistas, socialmente valorizados, mas tem traços sutis de coitadismo. São fortes para muitas coisas, mas frágeis para tantas outras. Não conseguem parar de fumar, beber excessivamente, serem irritados, impulsivos, viciados em trabalho. Foram derrotados por inúmeras tentativas frustradas. São injustos consigo mesmos; sentenciaram-se de que são imutáveis.

Acorrentados

Há os que lutam pelo que pensam, batalham por suas idéias, mas se acham pobres miseráveis diante de sua impulsividade, irritabilidade, humor depressivo, ou sintomas psicossomáticos como dores de cabeça, dores musculares, queda de cabelo, gastrite, fadiga excessiva. Não levam desaforo para casa, mas diariamente levam desaforo para dentro. Sabem que precisam reescrever alguns capítulos de sua vida, mas não tem força para pegar a caneta do seu Eu e o papel da sua alma. Adiam sempre.

Muitos coitadistas são autodestrutivos. Não tem um romance com a própria vida. Alguns são amados e quem os ama suplica para que cuidem de sua saúde, mas eles insistem em se autodestruir, em falar que são incapazes, em dormir poucas horas de sono, em se atolar de atividades profissionais. Só param quando estão no leito de um hospital ou no leito de um túmulo. Quando você consegue saber qual é o seu limite?

Alguns coitadistas são humanos com os outros, mas inumanos consigo mesmos. Gostam de cuidar das pessoas, mas são péssimos para cuidarem de si. São vagarosos naquilo que deveriam ser desesperados. Os coitadistas, como os conformistas, se auto-abandonaram.

Todos nós temos algumas doses de coitadismo em nossa personalidade, ainda que imperceptível. Todos nós preservamos alguns conflitos que mimamos como se fossem animais de estimação. Ninguém pode tocar nesse "animal", senão viramos uma fera. Algumas pessoas são mansas, mas quando cutucadas em certas áreas ficam irreconhecíveis.

Os coitadistas bloqueiam seu psiquismo porque são contra ter ambições, sem saber o papel fundamental delas. Ambições são importantes? Sim, algumas são legítimas e valiosíssimas. Quem pode desprezar a ambiçao de ter saúde psíquica, ser tranqüílo, feliz, sábio, solidário, ter uma vida confortável, procurar excelência profissional? Quem não decifrar o código da ambição ao explorar sua psique viverá sempre na superfície. Mas o coitadista acha que todas as ambições são malditas.

A pobre energia do desejo e a forte energia da ambição

O coitadista, bem como os conformistas, não entendem que ambição é vital para o Eu mudar as suas rotas. Não entende que a energia da ambição suplanta a energia do desejo. Desejo é uma intenção superficial. Ambição é um projeto de vida. Desejo é alicerçado pelo ânimo, ambição é alicerçada pela garra. Os ambiciosos só descansam quando atingem suas metas, os coitadistas descançam antes de entrar na raia.

Você tem ambições saudáveis ou desejos tímidos? Se tem desejo de conquistar pessoas difíceis, a energia do desejo se dissipará no calor das primeiras decepções. Mas se decifrar o código da ambição para conquistá-las, as decepções nutrirão sua força, as frustrações alimentarão sua criatividade.

Um homem tosco, rude, irritadiço, se tiver apenas o desejo de ser romântico, morrerá sendo agressivo, mas se decifrar o código da ambição do romantismo, de se refazer, de se reorganizar, poderá dar um salto. Esse código pautará sua agenda, o levará a traçar um projeto diário que controlará e o fará surpreender quem ama, dirá coisas inesperadas, fará elogios inusitados, terá gestos inesquecíveis. Regará suas atitudes com gentileza.

Um pai fechado, rígido, que é um manual de regras de comportamento e que só pensa em trabalho, se apenas tiver o desejo de conquistar e ter a admiração dos seus filhos, morrerá diante deles, não terá êxito. Mas, se decifrar o código da ambição da conquista, revolucionará sua agenda. Chocará se necessário, reconhecerá seus erros, pedirá desculpas, será mais flexível, relaxado, aberto. Brincará, se soltará e terá mais coragem de contar seus dias mais difíceis para seus filhos para que eles o fotografem em seu inconsciente como um pai humano, próximo, afetivo, instigante.

Alguns tem desejo de serem organizados, mas passa ano entra ano e continuam desleixados. Outros tem desejo de serem econômicos, de gastar menos do que ganham, mas quando vêem um novo produto, são escravos da euforia, não pensam no amanhã, gastam o que não tem.

A sociedade está tão neurótica na atualidade que as crises financeiras e as pressões profissionais podem adoecer tanto ou mais do que os traumas do passado. Os pais da psicologia se remoeriam em seus túmulos se soubessem que o útero social se tornou fábrica de pessoas doentes.

Não basta a energia do desejo. Até um psicopata tem desejo de mudanças. Quem não tem uma sólida ambição de superar seus conflitos não potencializa seu tratamento psíquico, tem chance de levar para o seu túmulo suas fobias, inseguranças, obsessões, baixa auto-estima, alcoolismo, dependência de outras drógas.

Os coitadistas e conformistas esmagam habilidades do Eu para decifrar os códigos da inteligência. Aprisionam-se nas tramas da mesmice, bebem da fonte do desejo, enquanto os agentes modificadores da sua história bebem da fonde da ambição, do manancial dos projetos de vida.

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Créditos a AUGUSTO CURY.
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sábado, 20 de fevereiro de 2010

MAURREN MAGGI, A NOVA ATRAÇÃO DO SÃO PAULO: Atleta assina contrato de três anos com o Tricolor Paulista.

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A nova contratação do São Paulo não cobra pênaltis, não faz gols e nem dribla. Mas tem uma carreira completa de conquistas e glórias. Maurren Higa Maggi, campeã olímpica em Pequim-2008, defenderá o Tricolor Paulista pelos próximos três anos. Segundo o jornal 'Folha de São Paulo', os valores do patrocínio não foram revelados, mas a apresentação está marcada para esta segunda-feira.

Maurren interessava a outros clubes de expressão no cenário nacional, como Botafogo e Pinheiros, no entanto o destino da atleta de 33 anos será mesmo o Morumbi. A parceria representa uma retomada do atletismo pelo São Paulo, após alguns anos de esquecimento, e foi viabilizada por meio de um acordo comercial com uma empresa de laticínios.

- Estou feliz com o acordo e estarei em São Paulo para celebrar essa festa - declarou Maurren, que até esta sexta-feira treinava em Barcelona, na Espanha.

A atleta, que terminou duas vezes o ano como nº 1 do mundo no salto em distância (1999 e 2003) estava sem clube desde o final de 2009, quando deixou a Rede Atletismo após os sucessivos escândalos de doping envolvendo a instituição.

A própria Maurren já havia superado um caso de doping na carreira: em 2003 foi suspensa por uso de clostebol, a primeira substância proibida na lista de proibições da Associação Internacional de Federações de Atletismo. Em 2006 retomou os treinamentos e, no ano seguinte, sagrou-se campeã no Pan do Rio em 2007. A consagração viria mesmo em 2008, ao ganhar a medalha de ouro na prova de salto em distância nos Jogos Olímpicos de Pequim de 2008, saltanto 7,04 m.
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Créditos à LANCEPRESS! e REUTERS.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

HOJE (19/02/2010 - 6ª feira) é o dia do(a) ESPORTISTA, portanto, OLHEM SEMPRE PARA FRENTE !!!

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Os benefícios do ESPORTE são incalculáveis para a saúde orgânica, entre elas a saúde MENTAL, sendo assim ESPORTISTA, siga em frente e não olhe para trás.

P A R A B É N S !!!
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS !!!

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Sem sonhos, a vida é uma manhã sem orvalhos, um céu sem estrelas, um oceano sem ondas, uma vida sem aventuras, uma existência sem sentido.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Primeira armadilha da mente humana: O CONFORMISMO.

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O ser humano pode viver amordaçado dentro de si, ainda que sua língua esteja livre para falar. Pode viver acorrentado, ainda que suas pernas estejam soltas. Pode viver asfixiado, ainda que seus pulmões estajam abertos.

Há diversas armadilhas mentais que são construídas clandestinamente ao longo do processo de formação da personalidade humana. Elas nos aprisionam no lugar em que todos deveriam ser livres. Nenhum ser humano está livre delas, por isso nenhum ser humano é plenamente livre, seja ele uma criança ou um adulto, um intelectual ou um iletrado, um psiquiatra ou um paciente, um europeu ou um africano.

Lucidez para reconhecê-las e humildade para assumi-las são fundamentais para superá-las. Como quase tudo na psique é de mão dupla, as armadilhas da mente humana bloqueiam a capacidade de decifrar os códigos da inteligência e por sua vez a incapacidade de decifrar determinados códigos constrói essas armadilhas. Somos vítimas e vilões da sociedade, somos vítimas e vilões de nós mesmos.


O CONFORMISMO:


O conformismo é a arte de se acomodar, de não reagir e de aceitar passivamente as dificuldades psíquicas, ou eventos sociais e as barreiras físicas. O conformista amordaça o Eu, impedindo-o de lutar pelos seus ideais, de investir em seus projetos, de transformar a sua história. Não assume sua responsabilidade como agente transformador do mundo, pelo menos do seu mundo.

O conformista acredita que todas as coisas são obras do destino, já o ativista acredita que o destino é uma questão de escolha. O conformista é vítima do seu passado, o ativista é autor da sua própria história. O conformista vê a tempestade e se amedronta, o ativista vê no mesmo ambiente a chuva e enxerga a oportunidade de cultivar. O conformista se aprisiona no passado, o ativista se liberta do presente.

Existem seres humanos 100% conformistas ou ativistas? Não, porque ninguém bloqueia todas as funções da inteligência ou as liberta completamente! Alguns são magníficos para decifrar os códigos da inteligência em determinadas áreas, mas conformistas em outras e vice-versa. Alguns são ágeis para ganhar dinheiro, mas lentos para conquistar o que o dinheiro não compra.

Alguns são seguros para dirigir carros, mas frágeis para controlar suas reações. Alguns são peritos em conquistar metas profissionais, mas lentos para conquistar seus filhos, alunos, colegas de trabalho. Alguns são exímios leitores de livros, mas péssimos leitores de comportamentos.

Alguns são brilhantes para investir na sua empresa, mas péssimos para investir em si mesmos.

O conformismo é uma armadilha da mente que arrasta grande parte dos jovens e adultos. Não é catalogado como doença, mas é uma característica doentia da personalidade pulverizada em todas as sociedades. Soterra habilidades, anula dons, contrai competências, bloqueia algumas funções mais notáveis da inteligência. Alguns conformistas não conseguem nem ser conquistadores no teatro social nem, muito menos, no teatro psíquico. Não exploram nem o que as pessoas tem de melhor, nem o que possuem de mais rico. Vivem na superfície.

Júlio Malta - nome fictício, mas história real - era filho de um grande empresário. Sempre teve os melhores carros à sua disposição, cartão de crédito quase ilimitado. Freqüentava os melhores hotéis. Viajava de primeira classe nos aviões e desdenhava dos que viajavam em classe econômica. Acreditava em destino. Acreditava qua estava destinado a viver a vida de nababo, de abastado, eternamente.

Todo ser humano quer ser reconhecido, todo ser humano precisa escrever a própria história. Como tinha tudo ao seu redor, teve uma desvantagem competitiva em relação aos seus colegas que pouco tinham. Não decifrou que, se na sua juventude é aceitável a dependência dos pais, na sua vida adulta ela é uma fonte de ansiedade, baixa auto-estima, complexo de inferioridade. Não decifrou a capacidade de lutar pelo que ama. Pensou que o dinheiro comprava tudo, mas não comprou o amor da sua esposa, o respeito dos amigos, o prazer pelas simples coisas.

Não cursou faculdade. Não se preparou para assumir um trabalho na empresa da família. Condenou-se a ser um eterno dependente, um filho que vivia à sombra do pai. Pouco a pouco afundou nas drogas, se deprimiu e se tornou um alcoólatra. Até que, depois de vários tratamentos fracassados, descobriu que mais do que uma doença psíquica tinha um Eu doente, conformista, inerte, sem reação. Tinha tudo e não tinha nada. Não tinha uma história. Entendeu que um ser humano sem história é um livro sem letras. A duras penas começou a reescrevê-la. Ele precisava tratar de sua doença, mas precisava, muito mais, se reconstruir como ser humano.

O conformista é inerte e mentalmente preguiçoso, pelo menos na área em que se considera incapaz, inábil. Não exerce suas escolhas por medo de assumir os riscos. Não expande seu espaço por medo da crítica. Prefere ser vítima a agente modificador da sua história. Prefere ser amante da insegurança a parceiro do entusiasmo. Prefere enterrar seus talentos a dar a cara para bater. Os conformistas transformam fracassos em medo; os determinados transformam derrotas em garra.


O conformismo amordaça pessoas fascinantes


Se um aluno não for conformista e tiver péssimo desempenho nas provas, decifrará o código da capacidade de lutar, reagir. Ficará incomodado, debaterá idéias, melhorará sua concentração. Dedicará mais tempo e energia para virar o jogo e se superar, como Einstein que não era um aluno brilhante nos primeiros anos de escola. Mas se for conformista, formará janelas doentias que o aprisionarão e o levarão a acreditar que seu destino está traçado. Transformará mentiras em verdades, acreditará ser incapaz, limitado, destituído de inteligência, intelectualmente inferior aos seus colegas.

Quantos milhões de jovens não estão formando neste exato momento janelas traumáticas que assassinam sua capacidade de empreender, ter gana, garra, auto-estima?

Algumas pessoas que foram desprezadas publicamente nunca mais se ergueram. Outras foram abandonadas por quem amam nunca mais desenvolveram autoconfiança. Ainda outras perderam uma ou mais vezes seu emprego nunca mais acreditaram em si mesmas. Deixaram de usar ferramentas. Sentenciaram-se a nulidade. Ninguém pode asfixiar, anular e amordaçar mais um ser humano do que ele mesmo.

Tornaram-se algozes do seu ser. Rotulam-se e se deixam rotular. Alguns são sempre auto-aprisionados, achando que serão depressivos, fóbicos, obsessivos, para sempre. Não lutam desesperadamente pela sua saúde psíquica. Não percebem que são, acima de tudo, complexos seres humanos e como tal podem desenvolver a capacidade de proteger sua emoção, gerenciar pensamentos, filtrar estímulos estressantes.

Desconhecem o tesouro soterrado nas pilhas das suas pedras. Se decifrassem os códigos da inteligência, romperiam suas algemas, se reciclariam e se preparariam para uma segunda jornada afetiva e profissional.


Reis das desculpas


Os conformistas são os reis das desculpas. Sempre têm justificativas para não atuar, não treinar, não exercitar seu intelecto. Raramente duvidam daquilo que os controla e proclamam: "Não concordo comigo mesmo! Não aceito este destino!" Claro que há fatalidades que não dependem de nós e sobre as quais não temos controle. Devemos aceitá-las com humildade e serenidade, mas no que depender de nós, jamais deveríamos nos isentar de agir.

Alguns conformistas vestem o manto da humildade, mas por dentro exalam o aroma do egoísmo. Nem sempre o conformista é egoísta com os outros, mas certamente o é consigo mesmo. Não tem um caso de amor consigo mesmo, não usa todo seu potencial para executar seus sonhos e superar suas falhas.

Os conformistas parecem desapegados a preconceitos, mas na realidade são profundamente aferrados a sua visão estreita de vida e aos seus maneirismos (manias). Alguns parecem desprendidos do dinheiro, condenam o materialismo, mas no fundo o amam silenciosamente. Coloque uma fortuna em suas mãos que o monstro da cobiça que hiberna como janela killer no seu inconsciente se despertará.

Alguns são mestres dos disfarces. Dizem que está tudo bem, não assumem suas reais dificuldades. Não pedem ajuda e nem treinam seu Eu para correr riscos. Têm medo de serem criticados, vaiados, vencidos.

Reafirmo que todos nós bebemos elevadas doses de conformismos em algumas áreas de nossa personalidade. Alguns são ótimos para resolver problemas dos outros, mas são péssimos para resolver os seus.

Outros são intrépidos para estimular seus amigos a sair do lugar, mas não tem coragem de vencer sua paralisia. Preferem a falsa proteção do casulo em que se escondem a ousar viver em um mundo livre com suas nuanças e perigos.
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Créditos a AUGUSTO CURY.
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

CALENDÁRIO PROMOCIONAL: FEVEREIRO / 2010 {{{{{{{{{{ Que bonito éééééééé... }}}}}}}}}}

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1 - Dia do PUBLICITÁRIO.

2 - Dia do AGENTE FISCAL, Dia Mundial das ZONAS ÚMIDAS ( ... rsrsrs ... ).

4 - Aniversário de MACAPÁ/AP.

5 - Dia do DATILOSCOPISTA, Aniversário do CLUBE DO REMO/PA=105 anos.

6 - Dia do AGENTE DE DEFESA AMBIENTAL.

7 - Dia do GRÁFICO, Dia em que o LEÃO AZUL complicou as ENFERMAS.

11 - Dia Internacional do ENFERMO, Dia do ZELADOR.

13 - Dia da CRIAÇÃO DO IBGE, Aniversário do LOUCO DO BLOG. ( ... rsrsrs ... ).

14 - Dia Internacional do AMOR (VALENTINE'S DAY).

16 - CARNAVAL, Dia do REPÓRTER.

17 - CINZAS.

19 - Dia do ESPORTISTA.

21 - Dia da TOMADA DE MONTE CASTELO.

22 - Dia da CRIAÇÃO DO IBAMA.

23 - Dia do ROTARIANO.

27 - Dia dos IDOSOS, Dia Nacional do LIVRO DIDÁTICO.
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